CRM 99848 | RQE 20598

Ortopedista e Traumatologista Pediátrica

Cuidar do quadril infantil é cuidar
do futuro

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Ortopedista e Traumatologista Pediátrica

Se você está vivendo
alguma dessas situações,

eu posso ajudar

Seu bebê recebeu diagnóstico ou suspeita de displasia do quadril

O pediatra solicitou ultrassom ou raio-X e você está insegura sobre o resultado

Foi indicado uso do Suspensório de Pavlik e você tem dúvidas

Existe histórico familiar de displasia

Disseram que pode ser necessário cirurgia e você não sabe como decidir

Você busca uma segunda opinião especializada

O que é Displasia do
Desenvolvimento do Quadril?

A Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ) é uma alteração na forma como a articulação do quadril se desenvolve nos primeiros meses de vida.

O quadril funciona como um sistema de encaixe: a parte arredondada do fêmur precisa se ajustar adequadamente à cavidade da bacia. Quando esse encaixe não ocorre de maneira estável, a articulação pode se tornar frouxa, parcialmente deslocada ou, em situações mais avançadas, comple- tamente fora do lugar.

Essa alteração pode estar presente no nascimento ou se manifestar nas primeiras semanas de vida. A grande diferença está no tempo do diagnóstico: quando identificada cedo, a displasia costuma ter excelente resposta ao tratamento.

Por que ela acontece?

Não existe uma única causa definida.
A displasia é considerada multifatorial.

Algumas situações aumentam a probabilidade de ocorrer, como:

  • Casos na família
  • Bebês que permaneceram sentados dentro do útero (posição pélvica)
  • Primeira gestação
  • Maior incidência no sexo feminino
  • Alto peso ao nascer (mais de 4000g) 
  • Pouco líquido amniótico (oligodramnio)


A presença desses fatores não determina o diagnóstico, mas indica maior necessidade
de acompanhamento cuidadoso.

O que pode acontecer se não for tratada?

Quando o quadril cresce sem estabilidade adequada, a articulação passa a funcionar de maneira incorreta. Com o tempo, isso pode gerar:

  • Alterações na forma de caminhar
  • Dor progressiva
  • Desgaste precoce da cartilagem
  • Limitações funcionais na vida adulta

A displasia não tratada está entre as causas mais relevantes de artrose precoce do quadril, especial-mente em mulheres jovens. Por isso, o rastreamento adequado e a avaliação especializada nos primeiros meses de vida fazem tanta diferença.

A Displasia do Quadril exige avaliação experiente, acompanhamento criterioso e decisões no momento certo. Nem todo ortopedista atua com foco específico em quadril infantil.

Por que o diagnóstico precoce muda tudo?

Nos primeiros meses de vida, o quadril ainda está em formação. É nessa fase que intervenções simples podem evitar cirurgias complexas no futuro. O acompanhamento correto permite:

  • Corrigir a articulação com métodos conservadores
  • Garantir desenvolvimento motor adequado
  • Prevenir dor e limitações na vida adulta

Nos primeiros meses de vida, pequenas decisões fazem uma diferença enorme na vida adulta. O acompanhamento correto evita dor, limitações e cirurgias mais complexas no futuro.

Tratamentos para Displasia do Quadril

O tratamento da Displasia do Desenvolvimento do Quadril é definido de forma individualizada, considerando a idade no momento do diagnóstico, o grau de instabilidade da articulação e a resposta ao acompanhamento inicial.

Quando identificado precocemente, o tratamento costuma ser simples e altamente eficaz. Em situações diagnosticadas mais tardiamente, podem ser necessárias intervenções mais estruturadas.

Cada conduta tem um momento ideal e a decisão correta impacta diretamente o desenvolvimento saudável do quadril ao longo da vida!

SOBRE MIM

Quem é a Dra. Susana Braga?

Sou médica formada pela Universidade Estadual de Londrina e fiz minha residência em Ortopedia e Traumatologia na Santa Casa de São Paulo, uma das principais referências nacionais em quadril pediátrico.

Foi durante a residência que desenvolvi meu olhar mais atento para o quadril infantil, especialmente para a Displasia do Desenvolvimento do Quadril. O contato com casos complexos e, principalmente, com situações em que o diagnóstico não foi feito precocemente, marcou profundamente minha
trajetória profissional.

Hoje atuo exclusivamente com Ortopedia Pediátrica. Sou ortopedista pediátrica no Hospital Israelita Albert Einstein e atualmente presido a Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica, participando ativamente da construção de diretrizes e discussões científicas da especialidade no país.

Sou Full Member do International Interdisciplinary Consensus Committee on DDH Evaluation (ICODE), um grupo internacional dedicado ao consenso sobre avaliação e manejo da Displasia do Desenvolvimento do Quadril, e também médica referenciada do International Hip Dysplasia Institute.

Excelência acadêmica aplicada ao cuidado clínico

Além da atuação clínica, direciono minha atuação na produção cientifica.

Minha produção acadêmica e participação ativa em consensos internacionais garantem que cada decisão clínica seja baseada em evidência científica atualizada, sem abrir mão do cuidado individualizado e humano.

Acredito que excelência técnica e acolhimento caminham juntos e esse equilíbrio faz parte da minha prática diária no cuidado com o quadril infantil.

Por que escolhi focar no quadril infantil?

O quadril tem um papel fundamental no desenvolvimento
da criança. Ele sustenta os primeiros movimentos, os primeiros passos e influencia diretamente a mobilidade ao longo da vida.

Durante minha formação, percebi o quanto alterações no desenvolvimento do quadril, quando identificadas precocemente, podem ser conduzidas de forma segura e eficaz. Nos primeiros meses de vida, essa articulação ainda está em formação e responde muito bem ao acompanhamento e ao tratamento adequados. Isso despertou em mim um interesse especial pelo quadril pediátrico.

Acredito que informação clara, avaliação cuidadosa e seguimento estruturado fazem toda a diferença. Muitas situações exigem apenas observação atenta; outras precisam de intervenção no momento certo. Saber diferenciar cada cenário é parte essencial do meu trabalho. Meu compromisso é conduzir cada caso com equilíbrio, segurança e proximidade, sempre buscando o melhor desenvolvimento possível para cada criança.

CONSULTA

Como funciona a consulta?

Você sai entendendo com clareza:

Se realmente há displasia

Qual o grau

Se precisa tratar agora ou apenas acompanhar

Se o Suspensório de Pavlik é indicado

Se há necessidade de exames adicionais

Quais exames realmente fazem sentido

Como será o plano de acompanhamento

FAQ

Perguntas frequentes

Nem sempre. A indicação do exame deve ser feita com critério.

O exame físico realizado pelo pediatra é o primeiro passo do rastreamento. Quando há fatores de risco — como histórico familiar ou posição pélvica no final da gestação — ou qualquer dúvida clínica, a ultrassonografia é recomendada.

O mais importante não é fazer exame em excesso, mas garantir que
todo bebê seja adequadamente avaliado e acompanhado.

Não. Quando bem indicado e corretamente ajustado, o suspensório não causa dor.

Nos primeiros dias pode haver um período de adaptação, mas os bebês costumam se acostumar rapidamente. O dispositivo apenas mantém o quadril em uma posição segura para favorecer o desenvolvimento adequado da articulação.

O acompanhamento regular é essencial para garantir que o ajuste esteja correto e que a evolução esteja acontecendo como esperado.

De forma geral, não.

Durante o uso do suspensório ou de imobilizações, o movimento dos quadris fica temporariamente limitado. No entanto, isso não impede o desenvolvimento global da criança.

Os marcos motores, como sentar, engatinhar e andar, acontecem no tempo adequado após a estabilização do quadril. O objetivo do tratamento é justamente proteger o desenvolvimento a longo prazo.

Quando o tratamento é realizado no momento adequado e acompanhado corretamente, o risco de recidiva é baixo.

Por isso o seguimento é tão importante. Mesmo após a estabilização inicial, o quadril continua em desenvolvimento, e as consultas periódicas permitem confirmar que a articulação permanece estável e bem formada ao longo do crescimento.

O acompanhamento é parte essencial do sucesso do tratamento.

A cirurgia não é a regra no tratamento da displasia do quadril.

Ela pode ser indicada quando o diagnóstico acontece mais tardiamente ou quando o tratamento conservador não foi suficiente para estabilizar a articulação. A decisão é sempre individualizada e baseada na idade, na anatomia do quadril e na resposta às condutas anteriores.

Mesmo nos casos cirúrgicos, o planejamento é cuidadoso e o objetivo é restaurar estabilidade e permitir um desenvolvimento saudável da articulação.

CONTATO

Minha equipe está pronta para ajudar!

Caqui - Centro de Atendimento ao Quadril Infantil | R. Domingos de Morais, 2187 - Conjunto 705 - Vila Mariana, São Paulo - SP | 04035-000

Einstein Hospital Israelita – Complexo Morumbi | Av. Albert Einstein, 627 - A1 310 ‑ Jardim Leonor, São Paulo - SP | 05652‑900

Copyright © 2026 – Dra. Susana Braga – Todos os direitos reservados

Produzido por:

ATENÇÃO!

Para garantir mais tempo de escuta, atenção aos detalhes e diagnósticos precisos, atendo apenas consultas particulares. Assim, posso oferecer o cuidado seguro e humanizado que você merece.

Importante: Alguns convênios reembolsam consultas particulares. Confira essa possibilidade com o seu plano!

O suspensório de Pavlik é o tratamento mais utilizado nos primeiros meses de vida, especialmente quando o diagnóstico ocorre antes dos seis meses. Trata-se de uma órtese que mantém os quadris posicionados em flexão e abdução, favorecendo o encaixe adequado entre a cabeça do fêmur e o acetábulo.

Nessa fase da vida, o quadril ainda está em formação e é altamente moldável. Ao manter a articulação bem posicionada de forma contínua, cria-se o ambiente ideal para que o encaixe se desenvolva corretamente.

O uso costuma ser contínuo por algumas semanas ou meses, dependendo da evolução clínica e dos exames de imagem. Durante esse período, são realizadas avaliações periódicas e ultrassonografias para garantir que a articulação esteja estabilizando e amadurecendo adequadamente.

Quando indicado no momento certo e acompanhado de forma rigorosa, apresenta taxas de sucesso muito elevadas. É um método seguro, não invasivo e que, quando bem ajustado, não causa dor. O objetivo não é apenas corrigir a posição atual, mas permitir que o quadril se desenvolva de forma estruturalmente saudável.

Nem todos os casos exigem intervenção imediata. Em algumas situações, especialmente quando há apenas imaturidade articular leve sem instabilidade significativa, o acompanhamento estruturado é a conduta mais adequada.

O monitoramento envolve exames físicos seriados e exames de imagem conforme a idade da criança, permitindo observar se o quadril está amadurecendo espontaneamente ou se há necessidade de intervenção.

A experiência do especialista é fundamental nesse momento, pois é preciso diferenciar um quadril que está apenas em processo de maturação de um quadro que pode evoluir para instabilidade. O acompanhamento correto evita tanto o tratamento desnecessário quanto a perda do momento ideal de intervenção.

Quando o diagnóstico ocorre após os primeiros meses de vida ou quando o tratamento conservador não foi suficiente para estabilizar a articulação, pode ser necessária a redução fechada.

Nesse procedimento, realizado sob anestesia, o quadril é cuidadosamente reposicionado na cavidade acetabular sem a necessidade de cortes cirúrgicos abertos. Após o reposicionamento, é aplicado um gesso específico que mantém o quadril estável por um período determinado, permitindo que a articulação se adapte à nova posição.

O acompanhamento após a redução é rigoroso, com exames clínicos e radiográficos para garantir que o encaixe esteja adequado e que o desenvolvimento articular esteja ocorrendo de forma satisfatória.

Quando a displasia não é diagnosticada ou tratada na infância e evolui para dor persistente e desgaste articular significativo na vida adulta, pode ser indicada a artroplastia do quadril, que consiste na substituição da articulação por uma prótese.

Essa situação é mais comum em adultos jovens com histórico de displasia não tratada ou tratada tardiamente. Embora não seja o cenário ideal, os avanços na cirurgia ortopédica permitem uma excelente melhora da dor e da função nesses casos.

Em casos mais complexos ou diagnosticados em idades mais avançadas, pode ser necessário realizar procedimentos cirúrgicos para corrigir alterações no formato do fêmur ou do acetábulo.

A osteotomia consiste na reorientação controlada do osso para melhorar a cobertura da cabeça femoral e proporcionar maior estabilidade articular. O planejamento é feito com base em exames de imagem detalhados e análise criteriosa da anatomia individual.

O objetivo não é apenas reposicionar, mas reconstruir uma articulação que tenha potencial de funcionar de forma estável e duradoura, reduzindo o risco de desgaste precoce ao longo da vida.